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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Infância de Adolf Hitler

Adolf Hitler nasceu a 20 de Abril de 1889 em Braunau-am-Inn, uma pequena localidade perto de Linz, na província da Alta-Áustria, próximo da fronteira alemã, e que naquela época fazia parte do Império Austro-Húngaro.

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O seu pai, Alois Hitler (1837 - 1903), que nascera como filho ilegítimo, era funcionário da alfândega. Até aos seus 40 anos, o pai de Hitler, Alois, usou o sobrenome da sua mãe, Schicklgruber. Em 1876, passou a empregar o nome do seu pai adotivo, Johann Georg Hiedler, cujo nome terá sido alterado para "Hitler" por erro de um escrivão, depois de ter feito diligências junto de um sacerdote responsável pelos registros de nascimento para que fosse declarada a paternidade, já depois da morte do seu padrasto. Adolf Hitler chegou a ser acusado, depois, por inimigos políticos de não ser um Hitler mas sim um Schicklgruber. A própria propaganda dos aliados fez uso desta acusação ao lançar vários panfletos sobre diversas cidades alemãs com a frase "Heil Schicklgruber" - ainda que estivesse relacionado, de fato, aos Hiedler por parte da sua mãe.

A mãe de Hitler, Klara Hitler (o nome de solteira era Klara Polzl), era prima em segundo grau do seu pai. Este trouxera-a para sua casa para tomar conta dos seus filhos, enquanto a sua outra mulher, doente e prestes a morrer, era cuidada por outra pessoa. Depois da morte desta, Alois casou-se, pela terceira vez, com Klara, depois de ter esperado meses por uma permissão especial da Igreja Católica que foi concedida exatamente quando Klara já se mostrava visivelmente grávida. No total, Klara teve seis filhos de Alois. No entanto, apenas Adolf, o quarto, e sua irmã mais nova, Paula, sobreviveram à infância.

Adolf era um rapaz inteligente mas mal humorado. Foi reprovado por duas vezes no exame de admissão à escola secundária de Linz. Ali, começou a acalentar idéias pangermânicas, fortalecidas pelas leituras que o seu professor Leopold Poetsch, um anti-semita bastante admirado pelo jovem Hitler, lhe recomendou vivamente.

Hitler era devotado à sua complacente mãe e, presumivelmente, não gostava do pai, que apreciava a disciplina e o educava severamente, além de não compartilharem muitas ideias políticas. Em "Mein Kampf", Hitler é respeitoso para com a figura de seu pai, mas não deixa de referir discussões inconciliáveis que teve com ele acerca da sua firme decisão em se tornar artista. De fato, interessou-se por pintura e arquitectura. O pai opunha-se firmemente a tais planos, preferindo que o filho fizesse carreira na função pública.

Em Janeiro de 1903 morreu Alois Hitler, vítima de alcoolismo, numa taberna. Em Dezembro de 1907 morreu Klara, de cancro, o que o terá afetado sensivelmente Adolf que já vivia em Viena.

Brasileira defende que Hitler morreu no Brasil em busca de tesouro escondido


Acredita-se que ele tenha morrido após atirar contra si próprio em um bunker em Berlim ao se dar conta de que a Alemanha havia perdido a Segunda Guerra Mundial (1939-45), em 1945.
Mas um novo livro sobre a personagem histórica defende a tese de que Adolf Hitler, na verdade, escapou de seu esconderijo e morreu incógnito em 1984, na pequena cidade de Nossa Senhora do Livramento, fronteiriça do Brasil com a Bolívia --e que isso pode ser comprovado através de uma imagem. É o que conta o jornal "Daily Mail".
Para a pesquisadora brasileira Simoni Dias, imagem seria indício de que Adolf Hitler, na foto supostamente com uma namorada, fugiu e morreu no Estado do MTSegundo o livro, Hitler teria escapado para a Argentina, depois para o Paraguai, antes de estabelecer no Estado brasileiro do Mato Grosso, atraído por um tesouro escondido -- e portando um mapa para encontrá-lo, dado a ele pelo Vaticano.
Ainda de acordo com a publicação, em um plano super elaborado, Hitler teria mantido um relacionamento de fachada com uma mulher negra chamada Cutinga -- pela tese, isso foi feito para ele não pudesse, nem de longe, ser confundido com o ditador que odiava qualquer pessoa que não se encaixasse em seu padrão ariano.
Toda essa teoria, considerada por boa parte da imprensa internacional como "bizarra", foi formulada pela pós-graduanda Simoni Renee Guerreiro Dias, no livro "Hitler no Brasil --sua vida e sua morte".


Operação Valquíria
Teria o general Rommel participado da conspiração para assassinar Adolf Hitler?

Rommel com o Afrika KorpsNo início de 1941, a Itália, prestes a ser dominada pelos ingleses no norte da África, pediu auxílio aos seus aliados alemães. O homem escolhido para a missão de salvamento foi o general Erwin Rommel (depois marechal-de-campo). Chegando à Líbia em fevereiro de 41, como comandante do Afrika Korps, Rommel estava à beira dos seus maiores êxitos militares. Devido à audácia dos seus ataques surpresas, foi apelidado de Raposa do Deserto pelo próprio inimigo, que o admirava, apesar de temê-lo. Expulsando os ingleses da Cirenaica, tomou-lhes a principal posição defensiva, Tobruk, e por ordem de Berlim, lançou um ataque através da fronteira com o Egito na primavera de 42. Mas seu avanço foi detido a 100 km de Alexandria. Em novembro, após o contra-ataque dos ingleses e o desembarque de tropas americanas no Marrocos e na Argélia, a situação dos alemães e italianos ficou desesperadora.
Quando Rommel tentou convencer Hitler a retirar seus homens da região, recebeu ordens de voltar à Alemanha e foi-lhe dada baixa por doença. Em maio de 1943 veio a capitulação: a campanha custara ao Eixo um milhão de mortos, 8.000 aviões e 2,4 milhões de toneladas em navios. Após breve período no hospital, Rommel foi indicado pelo Führer para comandar todas as forças alemães reunidas para deter a invasão dos Aliados na Normandia. Apesar de seus esforços e capacidade como estrategista, as tropas anglo-americanas desembarcaram e a cada dia causavam grandes perdas ao inimigo. Por mais de três vezes, Rommel consciente da gravidade da situação e para evitar um fim trágico para seu país, tentou convencer Hitler a se render. Foi severamente repreendido por ele em todas as oportunidades.
Sala de reunião após  explosão da bomba
Uma conspiração, de codinome "Operação Valquíria", (passe o mouse sobre a imagem ao lado para mais detalhes) juntou grupos civis e militares decididos a liberar a Alemanha do ditador nazista, teve seu ponto alto no verão de 1944. Um dos conspiradores, Karl Strölin, amigo de Rommel desde a Primeira Guerra, fez o primeiro contato com o marechal. Embora reconhecendo o seu dever de ajudar a salvar o país, apenas prometeu continuar insistindo junto a Hitler para que ele reconhecesse a realidade. O segundo conspirador a abordá-lo foi o tenente-general Hans Speidel, que insinuou a possibilidade de "coagir" (leia-se assassinar) o Führer, se ele não acabasse com o conflito. De novo Rommel recusou a idéia, mas ofereceu-se para negociar com os Aliados um acordo de paz. Tarde demais. Quase por milagre, Hitler sobreviveu à explosão de uma bomba na reunião militar na "Toca do Lobo" (seu quartel-general, fortemente guardado, na floresta da Prússia Oriental) em 20 de julho de 44. O artefato fora levado pelo tenente-coronel Klaus von Stauffenberg, dentro de uma pasta com supostos documentos importantes para a reunião. Colocada a dois metros do ditador, embaixo da mesa, foi deslocada por um dos participantes para o outro lado da sala. Ao fazê-lo salvou a vida de Hitler, que teve apenas ferimentos leves, e perdeu a sua. Quatro pessoas morreram e diversas ficaram feridas. Stauffenberg foi preso e executado sumariamente.
No cerco que se formou sobre os suspeitos de conspiração, morreram mais de 5.000 pessoas e o nome de Rommel surgiu em declarações dos presos sobre o golpe. Hitler tinha consciência do prestígio popular do marechal e se fosse julgado e condenado em tribunal, haveria grande repercussão. Ordenou então que Rommel fosse autorizado a se suicidar ou enfrentaria a acusação de alta traição, enviando dois generais para lhe entregar o ultimato e o veneno que o mataria horas depois. Hitler montou um impressionante funeral, com todas as honras militares, para o marechal e mandou uma hipócrita mensagem de condolências à viúva. A cumplicidade de Rommel, ainda que de forma velada, na fracassada conspiração de assassinato foi mantida em segredo até o fim da guerra.

A EXPEDIÇÃO SECRETA DE HITLER NA AMAZÔNIA
A Amazônia esteve nos planos de Hitler como um território a ser conquistado pelo III Reich. Uma enorme cruz de madeira ostenta uma suástica nazista no cemitério de uma ilhota sem nome do Rio Jari, entre os estados do Amapá e Pará. É o que resta da expedição nazista que chegou a Belém em 1935 e durante dois anos explorou a geologia, fauna e flora da Amazônia. Preparando a invasão. Um livro de 1938 achado recentemente num sebo em Berlim traz anotações precisas da expedição. Intitulado "Mistérios do Inferno da Mata Virgem", o diário do geologista e piloto Otto Schulz-Kampfhenker revela que os quatro oficiais alemães teriam outros interesses que os científicos - buscavam os acessos e caminhos do Amapá até a Guiana Francesa, região estratégica a ser ocupada na guerra que se aproximava. Os exploradores levaram 11 toneladas de suprimentos e munição para 5 mil tiros. Enviaram para a Alemanha as peles de 500 mamíferos diferentes, centenas de répteis e anfíbios e 1.500 objetos arqueológicos. Produziram 2.500 fotografias e 2.700 metros de filme 35mm que mostram índios, caboclos, animais, peles, cobras e outros espécimes exóticos do mundo tropical. Eles também aproveitaram para testar um hidroavião com flutuadores de compensado de madeira, técnica inédita na época, e algumas armas e equipamentos não detalhados no livro."Papai grande" A missão foi repleta de incidentes. O piloto errou duas vezes a rota de Arumanduba, de onde partiriam. Somente ao chegarem ao rio descobriram que era raso, encachoeirado e pedregoso, inviabilizando o uso da aeronave. O jeito foi seguir a pé e de barcos, com a contratação de caboclos para fazer o trabalho braçal. Os alemães apreciaram o tipo indígena dos aparaís: "construído como um atleta olímpico (...) parecendo uma estátua de bronze modelada por um artista". Fizeram amizade com eles apresentando-se como "filhos do Papai Grande da Ciência" e moraram na aldeia durante quase um ano, período em que Schulz teve uma filha com uma das nativas. A expedição, porém, continuava azarada. Um dos alemães, Joseph Greiner, contraiu malária e morreu poucos dias depois. Foi enterrado ali mesmo, numa ilha do Rio Jari, onde está a cruz com a suástica. A expedição prosseguiu por mais um ano, até fevereiro de 1937, com ajuda de caboclos e índios. Malária, repetidos acidentes e apendicite atacaram os alemães. Otto quase perdeu a vida ao tentar subir as violentas corredeiras do rio. Para os índios, os alemães estavam sendo castigados por terem matado uma sucuri de sete metros, animal sagrado cuja morte traz azar. A expedição terminou e os sobreviventes retornaram à Alemanha. Em seu diário, Otto anotou que concluíram a maioria das experiências técnicas "em prol de missões maiores no futuro".A Amazônia resiste" Os alemães sempre tiveram um interesse especial pela terra brasileira; Euclides da Cunha, em "Os Sertões", mostrou como eles cartografaram detalhadamente a geologia e geografia nacionais havia muito tempo. Também é germânica a descoberta de que Goiás tem o solo mais antigo do planeta. Além dos nazistas, os capitalistas tentaram a sorte na Amazônia e foram derrotados: em 1927, Henry Ford comprou cerca de um milhão de hectares na selva, junto ao rio Tapajós, e iniciou uma gigantesca plantação de borracha, a Fordlândia. O projeto durou 18 anos até ser tragado pela selva. Em 1967, o homem mais rico dos EUA, Daniel K. Ludwig, também fracassou com sua fábrica de celulose flutuante denominada Projeto Jari. Mas estas histórias ficam para outro dia.(fonte principal: pesquisador Cristóvão Lins/Jari, a quem agradecemos)
Detalhe da suástica na parte superior da cruz de Joseph Greiner

Bow and Arrow Types in Central Brazil - Smithsonian Report, 1896

O VATICANO ESCONDE OS REGISTROS DA AMAZÔNIA

A luta de fronteira da província de Madre de Dios acalmou aos poucos durante os anos de 1970 e 1971. As tribos índias selvagens fugiram para as quase inacessíveis florestas perto da nascente do rio Yaku. Aparentemente, Tatunca Nara desaparecera. O Peru fechou a fronteira com o Brasil e iniciou a invasão sistemática da floresta virgem. De acordo com testemunhas oculares, os índios do Peru partilharam da sorte dos seus irmãos brasileiros: foram assassinados ou morreram de doenças características da civilização branca.
Em 1972, Tatunca Nara voltou à civilização branca, e na cidade brasileira de Rio Branco relacionou-se com o bispo católico Grotti. Juntos pediram alimentos para os índios do rio Yaku nas igrejas da capital do Acre. Desde que a província do Acre tinha sido considerada “livre de índios” nem ao bispo foi concedido qualquer auxílio do Estado. Três meses mais tarde, monsenhor Grotti morria na queda misteriosa de um avião.
Mas Tatunca Nara não desistiu. Com o auxílio dos doze oficiais cuja vida salvara, entrou em contato com serviço secreto brasileiro. Apelou também para o Serviço de Proteção aos Índios do Brasil (a atual FUNAI) e contou a N., secretário da Embaixada da Alemanha Ocidental em Brasília, a história dos dois mil soldados alemães que desembarcaram no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e que ainda estavam vivos em Akakor, a capital do seu povo. N. não acreditou na história e recusou o acesso de Tatunca Nara à embaixada. A FUNAI só concordou em cooperar depois de muitos pormenores da história de Tatunca Nara acerca das tribos índias da Amazônia serem confirmados, durante o Verão de 1972. O Serviço organizou então uma expedição para estabelecer contato com os misteriosos Ugha Mongulala e deu instruções a Tatunca Nara para fazer os preparativos necessários. No entanto, estes planos foram interrompidos devido à resistência das autoridades da província do Acre. Devido a instruções pessoais do governador Wanderlei Dantas, Tatunca Nara foi preso. 

Pesquisadores estrangeiros assassinados/desaparecidos depois de andarem com Tatunca Nara: Herbert Wanner, da Suíça - John Reed, dos EUA - Christine Reuser, alemã - Karl Brugger, Alemão (Reprodução dos vídeos de Wolfgang Brog e do Fantástico)

O livro foi lançado em vários países, mas Brugger foi assassinado em 1984 no Rio de Janeiro. O padre Casimiro, missionário salesiano de Manaus especialista em linguas indígenas, foi encarregado de traduzir o que Tatunca falava em 1971, quando estava sob custódia dos militares. O religioso percebeu que, além de ser incapaz de se expressar como um índio, ele tinha sotaque germânico – minutos depois, o prisioneiro começou a falar alemão fluentemente.

 O governo do Peru chegou até a pedir a sua extradição e, por ordem do governador do Acre, Tatunca foi preso em 1972. Mas, segundo Brugger, “Pouco antes da sua extradição para o Peru, os oficiais seus amigos libertaram-no da prisão de Rio Branco e tornaram a levá-lo para Manaus”. e também que ele foi informante do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna, onde eram torturados os que se opunham à ditadura militar), do SNI (Serviço Nacional de Informações) e do CMA (Comando Militar da Amazônia) a partir de 1972: “... neste último tendo contato íntimo com o então Major Thaumaturgo, hoje General, que na época ajudou a criar a estrutura da 7ª Seção do CMA. Tatunka passava informações à respeito da atuação de funcionários da FUNAI, de políticos e do então prefeito de Barcelos, de nome Manoel”. Valente interrogou mais de 20 pessoas, inclusive Gunther e sua esposa brasileira, Anita, e disse que a Polícia Federal brasileira entrou no caso bem antes do ministério público, mas por algum motivo desconhecido, não prosseguiu com as investigações. Numa reportagem feita pelo Fantástico em 1990, o diretor-geral da Polícia Federal Romeu Tuma garantiu que, se Hauck realmente fosse um homicida, seria julgado pelo código penal brasileiro, e que se fosse comprovado o crime de falsidade ideológica, podendo inclusive cumprir a pena no Brasil antes de ser deportado. Entretanto, o alemão continua livre até hoje.


Relatório da Procuradoria Geral do Estado do Amazonas que denuncia a ligação de Tatunca Nara com órgãos de repressão da ditadura militar (Reprodução do vídeo de Wolfgang Brog "The Secret of Tatunca Nara")


Leia mais: http://verdade-oculta-30tv.webnode.com/a-expedi%C3%A7%C3%A3o-secreta-de-hitler-na-amazonia-brasileira/
A última aparição de Hitler
                Hitler ainda recebeu alguns convidados mais próximos para seu aniversário em 20 de abril. Há uma foto dele na ocasião. Com a gola do capote levantada, ele cumprimenta, do lado de fora da Chancelaria do Reich destruída, alguns jovens garotos da juventude nazista que haviam se destacado na defesa desesperada da cidade. O Führer estava uma ruína humana. Os últimos acontecimentos haviam-lhe retirado a seiva. Sua tez acinzentou-se, o rosto encovou-se e os olhos adquiriram uma opacidade de semimorto. Para consolá-lo e sacudi-lo da letargia depressiva em que se encontrava, Joseph Gobbels, seu Ministro da Propaganda, lia-lhe diariamente trechos da "História de Frederico o Grande", de Carlyle, especialmente a passagem onde é narrada a milagrosa salvação daquele capitão-de-guerra prussiano na Guerra dos Sete Anos (1756-63), que escapou do destino dos derrotados devido a um desacerto ocorrido entre seus inimigos.

                A determinação de ficar ali e travar a batalha final foi tomada numa reunião no dia 22. Inspirando-se na tradição nórdica do herói que morre solitariamente num último combate, ou no sepultamento do guerreiro viquingue incinerado no seu barco de comando, Hitler comunicou a todos a intenção de comandar pessoalmente as operações. Recebeu, porém, telefonemas de alguns seguidores e de outros generais que instaram para que se retirasse enquanto havia tempo. O Führer manteve-se intransigente. Ninguém o arrastaria para fora da liça.

O atentado de 20 de julho e o desencanto

                Uma das razões, mais remotas, da aparência cinzenta e desencantada de Hitler, resultou do choque que ele teve, nove meses antes, do atentado cometido contra a sua vida. Naquela ocasião, no dia 20 de julho de 1944, um grupo de conspiradores, quase todos altos membros da hierarquia militar e integrantes da nobreza alemã, conseguiram fazer com que o coronel do estado maior Claus Schenk von Stauffenberg, colocasse uma bomba no quartel-general do Alto Comando. O artefato explodiu na sala de reuniões onde Hitler estava presente, mas apenas provocou pequenas escoriações nele. Refeito do susto, o ditador ordenou uma caçada em massa contra todos os envolvidos, que terminaram executados depois de serem sumariamente condenados à morte num Tribunal Popular. O outro motivo que levou Hitler a desejar suicidar-se, e em seguida ser incinerado, decorreu da notícia que ele recebeu do destino infausto do ditador fascista Benito Mussolini. O Duce fora capturado em Dongo, no norte da Itália, por partisans comunistas, e seu corpo foi exposto, pendurado de cabeça para baixo num posto de gasolina em Milão, junto ao da sua amante Claretta Petacci, em 28 de abril de 1945. Hitler temia que seu cadáver fosse profanado ou levado como troféu de guerra para a URSS.

O casamento e uma traição

Hitler e Eva Braun
                Poucos dias depois de ter tomado a decisão definitiva, resolveu formalizar sua união com Eva Braun, encomendando um casamento de emergência dentro do abrigo. O casal decidira por fim à vida juntos. Hitler tinha-se mantido solteiro, até então, em nome da mística que sua solitária figura messiânica exercia sobre o povo alemão. O salvador não poderia ser um homem comum, com esposa e filhos, envolvido pela contabilidade doméstica, e na rotina matrimonial burguesa.

                Teve ainda um espumante ataque de fúria quando soube (ele, mesmo nos estertores, ainda era informado de tudo), que Heinrich Himmler, o Reichsführer SS, havia, às suas costas, à socapa, contatado com o legatário sueco, o conde Bernadotte, para negociar uma paz em separado com os exércitos ocidentais, que avançavam Alemanha a dentro vindos do Rio Reno. Numa das suas derradeiras ordens, determinou a expulsão sumaria dele do Partido Nazista, exonerando-o de todos os cargos de chefia. Mas aquela altura de nada adiantava.

O momento final

                No dia 29 de abril, deu-se a reunião final. O General Weidling, governador militar de Berlim, e comandante da LVI Panzer Corps, ainda aventou a possibilidade de uma escapada pelas linhas soviéticas, mas Hitler o dissuadiu. Não tinham nem tropas, nem equipamento, nem munições, para qualquer tipo de operação. Era ficar e morrer!

                O Führer então despediu-se formalmente das pessoas mais próximas que ainda o seguiam até aquele momento. Pressentindo o suicídio, os que estavam no bunker reagiram de uma maneira inesperada. Muitos, após colocarem discos na vitrola, puseram-se a dançar e alegremente, confraternizaram com os demais, como se um esmagador peso, repentinamente, tivesse sido removido de cima deles. O fascínio de feiticeiro que Hitler exercera sobre eles cessara como que por encanto.

                Depois do almoço, no dia 30 de abril, trancou-se com Eva Braun nos seus aposentos. Ouviu-se apenas um tiro. Quando lá penetraram encontraram-no com a cabeça estraçalhada à bala e com a pistola caída no colo. Em frente a ele, em languidez de morta, estava Eva Braun, sem nenhum ferimento visível. Ela ingerira cianureto, um poderosíssimo veneno. Eram 15:30 horas! Rapidamente os dois corpos, envolvidos num encerado, foram removidos para o pátio e, com o auxilio de 180 litros de gasolina que os embeberam, formaram, incendiados, uma vigorosa pira. Ao redor deles, uma silenciosa saudação fascista prestou-lhes a homenagem derradeira.

Berlim, o mausoléu de Hitler

                Lá fora, a capital do IIIº Reich também ardia num colossal braseiro. Monumentos, prédios públicos, palácios, edifícios, casas, praças e avenidas, pareciam um entulho só. Os sobreviventes, apavorados com o terrível rugido dos canhões e das bombas, que lhes soavam como se fosse o acorde final do "Gotterdammerung", o wagneriano "Crepúsculo dos Deuses", acreditavam que a hora do apocalipse chegara. Berlim, com 250 mil prédios destruídos, virara um cemitério lunar. A grande cidade, transformada em ruínas, assemelhava-se a um fantástico mausoléu erguido pela barragem de fogo aliada para sepultar uma das monstruosidades do século. Hitler suicidara-se aos 56 anos, e o seu regime, que segundo seus propagandistas mais pretensiosos deveria ser o Reich de Mil Anos, naufragou com ele doze anos depois dele ter assumido a Chancelaria da república alemã, em janeiro de 1933.

A História Oculta de Hitler 


            Contradizendo a tudo o que tradicionalmente aprendemos na escola sobre Hitler, descobrimos uma outra face deste personagem histórico, que retinha consigo profundos conhecimentos ocultistas os quais poucos homens ocidentais vieram conhecer naquela época.
A Cruz Suástica é o símbolo que traz sempre más lembranças, pois ficou marcada pelas atrocidades do nazizmo.

No entanto a cruz Suástica é um símbolo (yantra) conhecido a mais de 5.000 anos e é considerada sagrada, representando equilíbrio, expansão e evolução do universo e de grande magnetismo, conhecida como Lot'chu, constando no I ching.

Ganesha, o Deus indiano mais cultuado, filho de Shiva e Shakti, o que afasta os empecilhos, protetor dos negociantes, tem a suástica desenhada na palma de sua mão (Abaya Mudra). Shiva também usa este yantra; assim como, em vários templos na Índia o vemos desenhado na porta de entrada

Este símbolo usado no sentido anti-horário tem os resultados de destruição, dissolução. 
Hitler era interessado em magia e mantinha a seu serviço ocultistas que orientavam Hitler ao uso da suástica no sentido da destruição e do grande poder magnético pessoal.
          
É de se crer que seu poder influente sobre as massas do povo alemão fosse algo incomum. Hitler era um homem que agia sabendo muito bem o que fazia, e não era um mero louco e insano, sem objetivos concretos.
           Hitler possuía 25% de sangue judeu em suas veias. Nasceu num povoado austríaco, centro de médiuns e videntes, com um ambiente psicamente carregado que influenciou sua visão da realidade. Dois famosos médiuns, os irmãos Schneider, nasceram no mesmo povoado e um deles teve a mesma ama de leite que Hitler.
           Quando pequeno estudou na abadia de Lambach, onde sonhava ser sacerdote. Foi neste local que teve seu primeiro contato com o símbolo da suástica, que teria sido trazida pelo abade Teodorich Hagen, que ordenou que fosse esculpida em paredes, mesas e objetos de culto de toda a abadia. Hagen, viajou pelo oriente e era profundo conhecedor de magia e ocultismo.
            Nesta mesma época, a abadia recebeu a visita de um padre, Adolf Joseph Lanz, cujo físico correspondia exatamente ao protótipo da raça ariana. O padre Lanz se trancou várias vezes na biblioteca do monastério onde estudou mais de 30 anos de pesquisas feitas pelo abade Hagen. Segundo Lanz, que posteriormente veio a fundar a Ordem do Novo Templo e editar o Jornal Ostara em Viena, os únicos seres realmente humanos são os arianos louros de olhos azuis, o resto não passa de “macacos”, os símios de Sodoma, evocados na Bíblia, os demônios saídos de Gog e Magog, raças de cabelos escuros opostas aos arianos. Lanz afirma também que os arianos são a obra prima de Deus, dotados de poderes paranormais emanados por “centros de energia - chakras” e “órgão elétricos - kundalini”, que lhes conferem supremacia sobre qualquer outra criatura.
A raça ariana era tida como a mais perfeita pelos Nazistas.
            O Fürer era um vegetariano convicto, não bebia, nem fumava, e esta atitude sua foi influenciada pela doutrina cátara de pureza, a exemplo da vida de Átila, o huno. Durante sua fase de pintor em Viena, Hitler se dedicava ao estudo do ocultismo e da magia e foi um assíduo leitor do Jornal Ostara publicado por Lanz.
É importante informar quanto ao caráter vegetariano de Hitler, há controvérsias, "Hitler não era vegetariano. Seu doutor às vezes prescrevia a dieta vegetariana para melhorar sua saúde. Goebbles, o Ministro da Propaganda, tomou esse fato e distorceu-o para criar nas pessoas a idéia de que o Furer era um homem santo como o contemporâneo vegetariano Mahatma Gandhi. Hitler trapaceava quanto às ordens de seus médicos e fingia ser um vegetariano, comendo macarrão recheado com carne picante e coberto com molho de tomate."
           Em 1912 era fundada a Sociedade de Thule à qual Hitler veio ter conhecimento, mas que nunca fez parte, adquirindo porém conhecimentos desta ordem a partir de seu secretário e lugar-tenente Rudolf Hess. Criada pelo barão Rudolf von Sebottendorf, que em viagem à Turquia entrou em contato com iniciados drusos que afirmavam receber seus ensinamentos espirituais do “Senhor do Mundo” o senhor de Thule ou Shambala - o governo oculto do mundo, reino dos hiperbóreos. Daí o nome Thule. Para Von Sebottendorf, a raça dos hiperbóreos (ariana) possuía um poder oculto: “quem o controlá-lo poderia dominar o mundo” - este poder seria o vril.
            Hitler também teve contado com a ordem do Vril, ligada à Thule. Esta ordem é um grupo esotérico que continua vivo ainda hoje na Índia, seu país de origem, onde conta com mais de dois milhões de adeptos.
            A palavra vril significa uma reserva formidável de energia presente no homem e da qual ele utiliza apenas uma ínfima parte. Dentro dos conhecimentos iogues, vril e kundalini siginifcam a mesma coisa: o fogo serpentino - o 3o Logos.
            Os adoradores do vril veneram o Sol levantando suas mãos em sua direção numa saudação semelhante à feita pelos nazistas e pelos antigos egípcios no culto a Rá, o Deus Sol. Os templos deste culto estão decorados com grande variedade de cruzes gamadas, aliás, na Índia a cruz gamada é tida como um símbolo de poder, porém ela é escrita em sentido horário, onde representa a evolução e nos quadrados mágicos da numerologia judaica tem o valor 360 representando o fogo - a espiritualidade e o Logos. Os nazistas inverteram a posição da suástica, que veio representar o elemento terra - Malchut na Cabala, tendo assim o valor 666 - o número da Besta.
            Mas em meio a tudo isto existia algo mais: haviam seitas tibetanas e sua magia. A Thule e seus seguidores foram profundamente influenciados pela magia negra tibetana e tiveram mesmo contato com os bompos tibetanos de barrete negro na Alemanha. Estes teriam sido invocados para agir politicamente na Europa através de sua magia tântrica.
           Mais uma coisa interessante sobre a personalidade de Hitler, era que ele tinha a astrologia e a geomancia em alta conta, e as consultava antes de seus ataques. Aliás, todos os ataques foram feitos seguindo as linhas de força geomânticas e telúricas da Europa. A consulta ao pêndulo e à rabdomancia para saber a posição dos barcos aliados era algo costumeiro, feito muitas vezes por Himmler, uma brilhante mente do nazismo de Hitler. Acredita-se que Hitler tivesse algum tipo de pacto demoníaco, onde oferecia os judeus queimados nos fornos para adquirir mais poder para rodar a suástica invertida sobre toda a Europa e assim conquistar o mundo. E o teria feito se não tivesse vacilado em seu último combate.
            Hitler veio falecer em abril de 1945, e sua morte ainda é uma incógnita, não se sabe se ele fugiu, suicidou-se ou se foi assassinado. A morte de Hitler é cercada de profundo mistério, mas recente exposição organizada em Moscou, as autoridades russas expuseram uma parte superior do que se supõe ser o crânio de Adolf Hitler, ditador da Alemanha entre 1933 e 1945, que se suicidou no dia 30 de abril de 1945. Leia sobre os últimos dias que antecederam a sua morte.

"Se não chegarmos a triunfar não nos restaria senão, ao soçobrarmos, arrastar conosco metade do mundo neste desastre". - Hitler a H.Rauschning, "Gesprache".

              O ambiente no bunker era tenso, sufocante. Faziam mais de cem dias, entre entradas e saídas, que um pequeno grupo de funcionários, oficiais e oligarcas nazistas, estavam lá entocados como lobos acuados ao redor de Adolf Hitler. Construída nos jardins da Chancelaria do Reich, em Berlim, a casamata tinha a função de protegê-los dos ataques aéreos aliados que devastavam a capital da Alemanha. Acentuando ainda mais a situação troglodita e claustofóbica em que viviam, chegou-lhes a notícia que o Exército Vermelho estava às portas. No dia 18 de abril de 1945, um colossal vagalhão blindado de tanques, canhões e aviões, esparramou dois milhões e meios de soldados russos para as cercanias da cidade. Mais de um milhão deles combateram uma espetacular batalha de ruas, contra as derradeiras forças da resistência alemã. Ao preço de 300 mil baixas, os soviéticos penetraram-na por todos os lados.

OS SOLDADOS JUDEUS DE HITLER




Com suástica no peito e sangue judeu nas veias, milhares de soldados das Forças Armadas alemãs foram às frentes de combate em defesa do regime nazista, afirma o historiador norte-americano Bryan Mark Rigg.
Quando viajava pela Alemanha logo após ter iniciado seu curso de História na Universidade de Yale, Bryan Mark Rigg descobriu, por acaso, que sua mãe protestante tinha raízes judias. Na conversa informal com um ex-combatente das Forças Armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial, Rigg ouviu a biografia de um descendente de judeu, que lutou em defesa do regime nazista.
O Soldado judeu Anton Mayer. Sua aparência nada germânica não o impediu de ingressar nas fileiras do Exército Alemão.
O tema, que não mais abandonou o estudante de História, foi retomado em 1996, quando Rigg terminou sua graduação com uma tese dedicada à saga dos soldados do Wehrmacht (Exército alemão), que tinham ascendência judia. Em seguida, o historiador dedicou ao tema sua dissertação de doutorado na Universidade de Cambridge, de onde pesquisou histórias semelhantes à do velho conhecido de sua mãe.

O Soldado judeu, Werner Goldberg, que era loiro e de olhos azuis, chegou a ter sua fotografia publicada em um jornal alemão, à qual aparecia escrito: "O soldado alemão ideal".

Sem saber ao certo se os destinos que analisava eram esporádicos ou um fenômeno que atingia um número representativo de pessoas, Rigg falou com testemunhas e ex-combatentes na Alemanha, Áustria e em toda a Europa Meridional. O trabalho resultou em mais de 400 entrevistas com ex-combatentes alemães de origem judia, entre eles o ex-chanceler federal alemão Helmut Schmidt e o político e jornalista Egon Bahr.

Os encontros, documentados em vídeo por Rigg, foram o ponto de partida do trabalho, que se baseia em grande parte na "história oral" relatada pelos ex-soldados. Quatro questões básicas conduziram o autor: qual alcance teve a teoria de raças nazista dentro do Exército, da Marinha e da Aeronáutica durante a Segunda Guerra?

Como as Forças Armadas lidavam com a presença dos judeus ou dos considerados "mestiços" (Mischlinge) de judeus e não judeus durante a Guerra? Segundo as respostas registradas por Rigg, alguns dos judeus que fizeram parte do Exército Alemão, cujas famílias seguiam tradições militares e nacionalistas, optaram pela defesa da Alemanha.


A estimativa que resulta da tese de Rigg é de que pelo menos cem mil combatentes da Wehrmacht teriam antepassados judeus, sendo que a maioria destes seria "assimilada" e batizada segundo costumes cristãos. Entre os envolvidos estariam não apenas soldados, mas oficiais e generais, alguns até mesmo condecorados com medalhas de reconhecimento pelos nazistas.


Os comentários sobre o volume Os Soldados Judeus de Hitler delegam ao autor o mérito de ter iluminado um capítulo ainda praticamente ignorado da história da Alemanha nazista, mas também há críticas veementes devido ao fato da contradição em relação ao que supostamente ocorria nos campos de concentração, suscitando ao público ainda mais dúvidas acerca do chamado holocausto.

À esquerda o judeu Erhard Milch, que foi condecorado com a Ritterkreuz graças a sua campanha aérea na Noruega em 1940. Ao lado encontra-se o lendário herói da aviação alemã durante a Primeira Guerra Mundial, o Barão ou General Wolfram von Richthofen.

Quando assistimos na televisão o quanto intolerante era o regime de Adolf Hitler, parece-nos uma piada de mal gosto ver alguém levantar a hipótese de poder ter havido dentro do próprio Exército Alemão, pessoas que eram vistas como uma ameaça, e que, aparentemente, tinham apenas um destino, o forno crematório. A grande diferença por trás destes homens de origem judaica que aceitaram combater pelos nazistas, é que eles sabiam o que combatiam e jamais aceitaram fazer parte da trama sionista internacional. Cabe a esta nova geração de jovens, através da leitura, a tarefa de esclarecer os dogmas que estão a quase 70 anos intocados por uma mídia manipulada, afinal, a história é escrita pelos vencedores...